A Olive Auction montou esta página a partir de registos públicos para que os compradores encontrem a propriedade. Quem a dirige pode reclamá-la sem qualquer custo — completar a história, pôr lotes a leilão, responder aos compradores.
Depois da reclamação, confirmamos por emailTudo o que aqui está vem de fontes públicas — listas de prémios, registos de certificação, os inventários do território. O resto da história — a família, o olival, a verdadeira idade das árvores, o boletim de laboratório deste ano — só o lagar a pode contar, e é essa a parte em que os compradores licitam.
A história do Olio Roi começa numa escritura de junho de 1877, quando Giuseppe Boeri comprou o lagar da família nas margens do rio Argentina, em Badalucco, aldeia de olivais em socalcos a subir o vale acima da costa da Ligúria. Na aldeia a família era conhecida simplesmente por "i Roi", os lagareiros, e o lagar acabou a levar esse nome. Durante décadas os Boeri prensaram azeitona de outros produtores do vale, pagos em azeite e não em dinheiro, que era como a maioria dos pequenos lagares lígures sobrevivia. A Taggiasca era a azeitona que fazia sentido naqueles socalcos, e é a única que alguma vez prensaram. A família só começou a engarrafar azeite com rótulo próprio em 1979 e, no final dos anos 1980, a marca fixou-se no nome que toda a gente já lhes dava: Roi. A mudança maior veio em 2004, quando reservaram uma única parcela acima da aldeia, a cerca de 500 metros, e a prensaram à parte em vez de a juntar ao resto da colheita. Chamaram-lhe Gaaci e imprimiram no rótulo o número cadastral da parcela a par dos dados de solo e de prensagem, um nível de detalhe que mais ninguém no setor punha numa garrafa. Três anos depois o Gaaci ganhou o Top Innovation na Anuga, em Colónia, e os azeites têm a denominação DOP Riviera Ligure Riviera dei Fiori. Cinco gerações de Boeri depois, o lagar continua no chão que a escritura de 1877 descreve.
Do registo público: olioroi.com · unioncamere.gov.it · eataly.net
Uma conta de produtor leva um minuto — nome, lagar, região. Associamos este perfil no mesmo dia.
Números de laboratório, referências das árvores, datas de colheita, uma fotografia — o formulário passo a passo só pede aquilo por que os compradores pagam.
Leilão com reserva confidencial, ou uma alocação a preço fixo. Analisamos e vai para o ar.
O catálogo chega a esta lista antes de entrar no site. Fechada a venda, recebe todos os martelos — incluindo os que desiludiram.
Dois emails. Depois silêncio até à Venda n.º 2.