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BibliotecaOs LagaresPortugalPedra Lavrada — Olival Milenar
Perfil por reclamar — criado a partir de registos públicos

A Olive Auction montou esta página a partir de registos públicos para que os compradores encontrem a propriedade. Quem a dirige pode reclamá-la sem qualquer custo — completar a história, pôr lotes a leilão, responder aos compradores.

Depois da reclamação, confirmamos por email
  • Quem representa o lagar
  • Dados de contacto
  • O circuito de liquidação dos pagamentos dos compradores
  • Certificações e boletins de laboratório, conforme fornecidos

Pedra Lavrada — Olival Milenar

Pinhel, Guarda · Portugal
No registo

O que o registo público já diz

Tudo o que aqui está vem de fontes públicas — listas de prémios, registos de certificação, os inventários do território. O resto da história — a família, o olival, a verdadeira idade das árvores, o boletim de laboratório deste ano — só o lagar a pode contar, e é essa a parte em que os compradores licitam.

Como tudo começou

A história até aqui

A Pedra Lavrada trabalha um olival de 14 hectares no Bogalhal, em Pinhel, Guarda, numa encosta de xisto entre os 450 e os 500 metros, sobre a margem esquerda do Côa. O produtor, Nuno Dias Pacheco, descreve-o como tendo tantas oliveiras quantos os dias de três anos, e diz que o olival se mantém na mesma família de agricultores há gerações. A sua origem é dada como um legado de 2.000 anos: pela história passada de geração em geração e, acrescenta o produtor, por achados e estudos arqueológicos, a plantação é atribuída aos romanos, no final do século I a.C., quando passaram pelo Bogalhal Velho, junto à estrada que ia de Almofala à Póvoa do Mileu. As próprias árvores são situadas pelo produtor entre os 700 e os 2.000 anos, sem qualquer datação independente por trás do número.

O cultivo é biodinâmico, sem pesticidas nem adubos de síntese, ainda que o olival não tenha certificação biológica oficial. A fertilidade vem do estrume de um rebanho de ovelhas que come os rebentos ladrões das árvores; a poda é ligeira e feita de dois em dois anos, e o terreno nunca é lavrado. A apanha é manual, com lonas estendidas à volta de cada árvore e varas de freixo a trabalhar de dentro para fora pelos ramos, a folha separada do fruto e tudo o que cai no chão deixado para trás. As caixas seguem para o lagar na mesma noite, onde a extração é a frio e nunca passa dos 27 °C. Verdeal, Redonda Bical, Cornicabra e Carrasquinha Redonda dão um azeite verde, amargo e picante, engarrafado em 500, 200 e 100 ml e, numa das linhas, com ouro alimentar de 23 quilates.

Do registo público: pedralavrada.wixsite.com · reformaagraria.pt

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A lista do catálogo

A Venda n.º 1 abre a 16 de novembro

O catálogo chega a esta lista antes de entrar no site. Fechada a venda, recebe todos os martelos — incluindo os que desiludiram.

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