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Perfil por reclamar — criado a partir de registos públicos

A Olive Auction montou esta página a partir de registos públicos para que os compradores encontrem a propriedade. Quem a dirige pode reclamá-la sem qualquer custo — completar a história, pôr lotes a leilão, responder aos compradores.

Depois da reclamação, confirmamos por email
  • Quem representa o lagar
  • Dados de contacto
  • O circuito de liquidação dos pagamentos dos compradores
  • Certificações e boletins de laboratório, conforme fornecidos

CARM

Almendra, Douro Superior · Portugal
No registo

O que o registo público já diz

Tudo o que aqui está vem de fontes públicas — listas de prémios, registos de certificação, os inventários do território. O resto da história — a família, o olival, a verdadeira idade das árvores, o boletim de laboratório deste ano — só o lagar a pode contar, e é essa a parte em que os compradores licitam.

Como tudo começou

A história até aqui

CARM quer dizer Casa Agrícola Roboredo Madeira, e a empresa continua inteiramente nas mãos da família que a começou, a partir de registos que a família faz remontar a meados do século XVII. As terras ficam em torno da aldeia de Almendra, no Douro Superior, dentro da Reserva Arqueológica do Vale do Côa. Celso Madeira, licenciado em engenharia civil pela Universidade do Porto, plantou a primeira vinha do Douro em socalcos abertos a bulldozer em 1966 e passou toda a operação para agricultura biológica em 1995, cedo o bastante para a CARM se descrever como uma das pioneiras da olivicultura biológica em Portugal.

A propriedade chega hoje a cerca de 220 hectares de olival, a par de uns 200 de vinha e 60 de amendoal, repartidos por cinco quintas — Bispado, Calabria, Marvalhas, Urze e Verdelhas —, sendo a maior plantação de oliveiras os 107 hectares da Quinta da Urze. Os olivais ficam entre os 150 e os 450 metros de altitude, em solos pobres de xisto, num clima de oscilações bruscas entre o verão e o inverno.

Para o Praemium, as variedades escolhidas são Madural, Negrinha e Verdeal. A apanha decorre do início de novembro a meados de dezembro, à mão nas encostas mais íngremes e por vibração mecânica no resto, e a extração é a frio e contínua, com moinho de pedra tradicional e decantador de duas fases, mantendo-se a acidez entre 0,1 e 0,2 por cento. Todas as quintas que abastecem o azeite estão abrangidas pela denominação de origem protegida dos azeites de Trás-os-Montes e Alto Douro, certificada pela Sativa e acompanhada pelo painel de provadores da AOTAD.

Do registo público: carm.pt

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Desta página a um lote em leilão, três passos

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A lista do catálogo

A Venda n.º 1 abre a 16 de novembro

O catálogo chega a esta lista antes de entrar no site. Fechada a venda, recebe todos os martelos — incluindo os que desiludiram.

Dois emails. Depois silêncio até à Venda n.º 2.