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BibliotecaOs LagaresPortugalAzeite Egitânia (Real Idanha)
Perfil por reclamar — criado a partir de registos públicos

A Olive Auction montou esta página a partir de registos públicos para que os compradores encontrem a propriedade. Quem a dirige pode reclamá-la sem qualquer custo — completar a história, pôr lotes a leilão, responder aos compradores.

Depois da reclamação, confirmamos por email
  • Quem representa o lagar
  • Dados de contacto
  • O circuito de liquidação dos pagamentos dos compradores
  • Certificações e boletins de laboratório, conforme fornecidos

Azeite Egitânia (Real Idanha)

Idanha-a-Velha, Beira Baixa · Portugal
No registo

O que o registo público já diz

Tudo o que aqui está vem de fontes públicas — listas de prémios, registos de certificação, os inventários do território. O resto da história — a família, o olival, a verdadeira idade das árvores, o boletim de laboratório deste ano — só o lagar a pode contar, e é essa a parte em que os compradores licitam.

Como tudo começou

A história até aqui

O Egitânia é o azeite da Real Idanha, na aldeia histórica de Idanha-a-Velha, na Beira Baixa. Ricardo Araújo fixou-se no Ladoeiro, no concelho de Idanha-a-Nova, em 2007, a começar por morangos e legumes biológicos; Tiago Lourenço veio de Almada em 2014 para pegar nas oliveiras. Entre os dois trabalham 180 hectares de olival tradicional de sequeiro em Idanha-a-Velha, parte de uma propriedade de 1.500 hectares e plantado a dez metros de compasso, cerca de cem árvores por hectare, com mais 15 hectares no Ladoeiro. As variedades são as da região: Galega, nativa da Beira Baixa, com Bical e Cordovil de Castelo Branco.

O azeite tem certificação biológica e a terra é trabalhada em linhas regenerativas. A apanha é manual, em meados de outubro, com o fruto colhido entre o verde e o lilás, e a moenda faz-se no pequeno lagar municipal de Idanha-a-Velha abaixo dos 28 °C para segurar os antioxidantes e os polifenóis; o lote joga o frutado da Galega contra a pimenta e o amargo da Bical e da Cordovil, e a acidez é dada como 0,2 por cento. A produção anual ronda os quatro mil litros. Seis árvores do olival foram datadas por um método desenvolvido na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro e aplicado pela empresa Oliveiras Milenares, devolvendo idades de 350 a 1.620 anos com uma margem de erro declarada de um a dois por cento; essas seis são os pontos fixos de uma rota de oleoturismo prevista pela aldeia, cada uma a assinalar com a sua própria história.

Do registo público: projectomateria.pt · agroportal.pt · noticiasdecoimbra.pt

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Desta página a um lote em leilão, três passos

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A lista do catálogo

A Venda n.º 1 abre a 16 de novembro

O catálogo chega a esta lista antes de entrar no site. Fechada a venda, recebe todos os martelos — incluindo os que desiludiram.

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